Considerações Finais

O Ecoturismo atualmente praticado no Brasil não tem levado em consideração, tanto na área governamental quanto na iniciativa privada, o crescimento mundial da demanda por destinos ecoturísticos e o excepcional atributo de belezas naturais que possui o País.

Esse fato ocorre em função da falta de ordenação do segmento, que opera sem regulamentação específica e através de ações isoladas.

Com isso, o expressivo potencial natural e cultural existente não é aproveitado como gerador de recursos adicionais para a conservação e proteção do meio ambiente e como fonte alternativa de desenvolvimento econômico e social, para as populações nativas.

As proposições contidas neste documento objetivam ordenar o Ecoturismo, harmonizando a atividade com a conservação do meio ambiente, de forma a alcançar a mais abrangente gama de benefícios que dele possam decorrer.

No entanto, para atingir tais propósitos, é necessária a conjugação de esforços do governo, como agente indutor, e da iniciativa privada, como agente promotor, na implementação de medidas criativas e práticas que valorizem o patrimônio natural e cultural locais e que garantam resultados regionais.

As diretrizes ora propostas não esgotam a discussão sobre o tema, pois se constituem apenas no início do processo de implantação de uma política nacional de ecoturismo e de consolidação da atividade, como alternativa de conservação ambiental e econômica para diversas regiões do Brasil.

 

Diretrizes da Política Nacional de Ecoturismo

Oficina de Planejamento